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Sega planeja o renascimento de grandes franquias clássicas

A Sega revelou, através do seu relatório fiscal “Road to 2020”, que planeja o “renascimento de grandes IPs”, como parte da estratégia de crescimento para os próximos anos. Segundo a empresa, um dos grandes desafios será criar mais “sucessos mundiais”, revivendo franquias clássicas do passado (junto com as atuais), para desenvolvimento em consoles, dispositivos mobile e PC, com lançamento mundial simultâneo. Além disso, o relatório também informa que “Persona 5” e “Total War: Warhammer” tiveram boas vendas no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2017, com um número total de unidades vendidas de seus games de 10,28 milhões, superando o valor do ano passado. Infelizmente a empresa não mencionou quais IPs clássicas estarão voltando, mas quais delas você gostaria de ver ressurgindo na geração atual? Clássicos como “Golden Axe”, “Streets of Rage”, “Shinobi”, “Altered Beast”, entre outros, é que não faltam!

Conheça as incríveis pinturas de Boris Vallejo e Julie Bell que serviram de capa para jogos clássicos

Você talvez não saiba quem é Boris Vallejo, mas se é fã de games é muito provável que já tenha visto seu incrível trabalho de ilustrador em games clássicos como “Golden Axe II”, “Golden Axe III”, “Ecco the Dolphin” e “Phantasy Star IV”. Nascido em Lima, Peru, em 1941, Vallejo começou a fazer ilustrações aos 13 anos e teve seu primeiro trabalho profissional apenas com 16. Ele frequentou a Escola Nacional de Belas Artes do Peru antes de imigrar para os Estados Unidos em 1964, onde trabalhou com personagens de quadrinhos populares da época como Tarzan, Conan o Bárbaro, Doc Savage e vários outros personagens, em sua maioria com temas de fantasia e ficção científica. Boris Vallejo Não demorou muito para que o artista ficasse bem conhecido pelo seu estilo surrealista/hiper-realista, com destaque para personagens musculosos e mulheres voluptuosas – em especial bárbaros, mulheres guerreiras, bruxas e monstros. Logo surgiu…

Beyond Oasis – O RPG de ação exclusivo para Mega Drive que fez a concorrência chorar!

Lançado em 1994, “Beyond Oasis” (também conhecido no Japão como The Story of Thor) não é apenas um RPG, mas também um jogo que mistura ação com uma pitada de pancadaria ao estilo “Streets of Rage”, resultando em um título incrível que exala criatividade e diversão por todos os seus poros. O jogo teve produção da empresa de Yuzo Koshiro (isso mesmo, o lendário compositor que fez as trilhas sonoras de Streets of Rage e The Revenge of the Shinobi), a Ancient, com supervisão da Sega. A irmã de Yuzo, Ayano Koshiro, foi a responsável pelo design dos personagens, então agradeçam à moça pelo excelente trabalho. O jogador assume o comando do jovem aventureiro chamado Príncipe Ali, que explora uma ilha e encontra um artefato mágico chamado Gold Armlet (Bracelete Dourado). Um espírito então aparece diante de Ali e diz: “Muitos anos atrás, uma batalha devastadora ocorreu nas terras do…

As múltiplas faces do Mega Drive – Aiwa Mega-CD

Temos mais uma curiosidade para mostrar a todos vocês que nos acompanham neste blog. Vocês sabiam que a SEGA, em parceria com a Aiwa, veio a lançar somente para o Japão um micro-system onde o jogador poderia rodar tanto jogos do Mega Drive quanto do Mega-CD? Este produto tem um nome – Aiwa Mega-CD! É um player de música? É um videogame? Decida-se! Muitas empresas ao longo da vida útil de um produto, principalmente quando trata-se de um console, tentam de todas as formas possíveis dar uma sobrevida para ele. Assim começam parcerias com as mais diversas produtoras de eletro-eletrônicos para viabilizar a criação de produtos que possam unir os seus videogames com estas outras marcas. Aiwa, JVC, Samsung foram apenas algumas destas empresas que se associaram com a SEGA para trazer algo de interessante para o consumidor e, no Japão, houveram alguns produtos que fizeram até relativo sucesso como o Wondermega  e outros que, por…

As múltiplas faces do Mega Drive – Wondermega

Uma coisa é certa, não foi somente no Brasil que o Mega Drive ganhou vários designs, sendo que alguns deles foram feitos exclusivamente pela Tectoy. Lá fora, o nosso adorado sistema de 16 bits também ganhou caras e bocas feitas por empresas autorizadas pela SEGA. Hoje iremos falar um pouco acerca da criação de uma delas, no caso, o Wondermega feito pela JVC/Victor. O Wondermega é uma peça única da engenharia onde a Victor, subsidiária da JVC, veio a desenvolver o design do console em parceria com a SEGA. Com a evidente popularidade do Mega-CD no Japão, criar um console onde tanto a peça principal (Mega Drive) e o complemento poderiam estar juntos numa mesma case parecia bastante promissor e, por causa disso, o Wondermega nasceu. O console foi lançado inicialmente no Japão em 1992 ao preço de ¥82.800 (algo em torno de US$ 500 na época). A versão americana, conhecida como X’Eye, foi lançada…

Muito antes do Steam, Live e PSN: conheça o revolucionário SEGA Channel

Muito se fala hoje em dia na evolução da distribuição digital por conta de serviços como Steam, Live e PSN, só que poucos se lembram ou talvez saibam que a SEGA lançou um serviço que foi revolucionário para a sua época e, até hoje, é referência no ramo de distribuição digital. Vamos falar sobre o SEGA Channel? O futuro é agora O SEGA Channel foi um projeto desenvolvido pela SEGA para Mega Drive, seu console de 16 bits. Ele era capaz de transmitir dados digitais através da TV a cabo. A principal ideia do SEGA Channel, que começou a ser testado em 1994 nos Estados Unidos, era a distribuição de jogos de forma completamente digital, possibilitando aos usuários jogarem títulos completos e, até mesmo, receber demos de games que só seriam lançados em alguns meses. Tudo isso de forma completamente ilimitada, mediante o pagamento de uma mensalidade. De certa forma, isso pode ser comparado…

A História do Master System – Parte II

Continuando com o nosso relato sobre a “História do Master System” (a primeira parte você pode ler clicando aqui), já vimos que o Sega Mark III era um videogame mais robusto do que o seu maior concorrente, o Famicom (ou NES), mas infelizmente ele não conseguiu superar o adversário em terras nipônicas. Por mais frustrante que fosse, a Sega resolveu não desistir e pelo contrário, fez planos audaciosos para lançar o console no território onde a Nintendo reinava absoluta (até mais do que no Japão): os Estados Unidos. Certamente uma decisão que demonstrou coragem e personalidade. O Sega Mark III foi então totalmente reformulado para entrar na residência dos norte-americanos e em outros países, rebatizado de Master System. Com uma cor preta e detalhes em vermelho, tinha um visual moderno e arrojado que realmente chamava a atenção de quem o via. olha só que bonitão o design ocidental do Master…

Algumas Curiosidades do Mega Drive

Como todo videogame criado por aí, existem aquelas curiosidades que somente os fãs ou os mais assíduos por videogames conhecem, então resolvemos compartilhar algumas que, talvez, muitos já conheçam e outras conhecendo provavelmente agora, vamos lá? AS MÚLTIPLAS FACES DO MEGA DRIVE… O console de 16 bits da SEGA não teve apenas um único formato, como é o caso dos já conhecidos Modelo 1 (Mega Drive 1 e 2 no Brasil) e Modelo 2 (Mega Drive 3 no Brasil), mas, sim, teve diversos corpos para atender mercados diferentes, conheça alguns agora: WonderMega (Xeye nos EUA), criado pela empresa JVC, a mesma juntou o console e a unidade de leitura (MEGA CD) num único corpo de plástico; Multi-Mega (CDX), este foi criado pela SEGA e o Mega Drive juntamente com o MEGA CD agora estavam do tamanho de um disc-man para a época; CSD-GM1, criado pela Aiwa, a empresa optou em…

Quem quer brincar de minigames põe o dedo aqui!

Nos anos oitenta não era exatamente fácil conseguir um videogame de mesa. O mundo não era “sem fronteiras” como hoje. Importar equipamentos eletrônicos não era um trabalho nem fácil e nem barato, assim sendo um console era algo que não era acessível a todo mundo. Sendo também uma época em que a tecnologia por si só além de não ser algo barato e acessível não era tão evoluída, não tínhamos as facilidades de consoles portáteis e afins – o Game Boy além de caro, só podia ser importado e o Game Gear só chegaria ao mercado nacional em 1991. Para atender a demanda de pessoas ávidas a se tornarem gamers e sem o poder aquisitivo para comprar um console, surgiram nesse período os famosos “minigames”, opções portáteis e baratas para quem queria adentrar na diversão do entretenimento eletrônico. Aqui no Brasil o usual era encontrar minigames vindos diretamente do Paraguai,…