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“Tiny Toon Adventures: Buster Hidden´s Treasure”: relembre o “Sonic do Perninha”

Há um jogo para o Mega Drive cujo protagonista é azul, atinge altas velocidades e passa por sessões de plataforma no melhor estilo “correr-e-pular” para enfrentar as maldades de um cientista louco. Evidente que estamos falando do Sonic, certo? Errado! Este é “Tiny Toon Adventures: Buster´s Hidden Treasure” desenvolvido e publicado pela Konami em 1993 para promover o desenho animado. SONIC DO PERNINHA https://www.youtube.com/watch?v=HQnie6E7W2U Com visível inspiração nos jogos do ouriço, ele utiliza exatamente a mesma fórmula: você pula na cabeça dos inimigos, usa molas para te impulsionar para cima e corre por cenários laterais até chegar ao final da fase. De diferente, há um estímulo maior à exploração, já que um mesmo cenário pode ter vários finais (para chegar ao fim você precisa encontrar o personagem Gogo Dodo) resultando em fases diferentes, além de haver um mapa do mundo que mostra o seu progresso, podendo ir e voltar nos…

Landstalker – Clássico RPG de ação em visão isométrica

Como dito no review de “Crusader of Centy”, há três jogos do Mega Drive do gênero RPG de ação que podem ser considerados a tríade clássica. O game citado, “Beyond Oasis”, que também tem uma análise aqui no blog e o “Landstalker”, o último que faltava a aparecer por aqui. Como vários títulos do Mega, este também tem bastidores interessantes: foi desenvolvido pela Climax Entertainment em parceria com a SEGA, nos mesmos moldes de Shining Force. Tanto que a ideia original era que este fosse mais um capítulo da saga “Shining”, com o subtítulo “Rogue”, dando continuidade as aventuras do Max. No entanto, o projeto acabou se distanciando muito de um título da série e acabou recebendo algumas mudanças e um novo nome: “Landstalker”. VISUAL E TRILHA SONORA FANTÁSTICOS https://youtu.be/PY9MrIXvKbE Utilizando visão isométrica para dar impressão de profundidade, o visual de “Landstalker” entra facilmente nos melhores do Mega Drive, sendo…

“Sailor Moon”: Conheça o beat ‘em up para Mega Drive desenvolvido pelo estúdio de Dragon Ball FighterZ

Qualquer produção artística, seja games, filmes, livros etc, tem um público alvo para atender as expectativas daquele nicho ao qual foi designado. No entanto, quando um produto é de qualidade, acaba rompendo fronteiras e atingindo a todos. Este é o caso de Bishoujo Senshi Sailor Moon, ou somente Sailor Moon como nós conhecemos. “Mirando” nas meninas, tanto o anime quanto o mangá foram (e ainda são) fenômenos em popularidade no mundo inteiro durante os anos 90 e meados de 2000, atingindo pessoas de ambos os sexos e todas as idades. Com enorme legião de fãs até hoje, resolvemos trazer uma análise do jogo homônimo lançado para Mega Drive em 1994, baseado na primeira temporada. Curiosamente, ele foi desenvolvido pela Arc System Works (na época, Angel), que ficou famosa recentemente pelo bem sucedido Dragon Ball FighterZ, e também tem popularidade com Guilty Gear e BlazBlue. JOGO DE “MENININHA” CHEIO DE PANCADARIA…

Phantasy Star IV – O “ponto final” no sistema solar de Algol!

Após a recepção mista para negativa de Phantasy Star III, a SEGA decidiu que o próximo título seria uma redenção. Por mais que ele não seja tão inovador quanto o primeiro ou o segundo, o quarto episódio é facilmente considerado pela maioria dos fãs como o melhor da série, justamente por pegar todos os pontos positivos dos dois primeiros e potencializá-los ao máximo. Foi lançado em 1993 no Japão com o nome de Phantasy Star: The End of the Millenium, sem o sufixo “IV”, e em 1995 na Europa e Estados Unidos. Aqui no Brasil, foi o único game da era clássica de P.S a não ter uma tradução oficial “pelas mãos” da Tectoy. Inicialmente para Sega CD  A ideia original era que o jogo se chamasse “Phantasy Star IV: The Return of Alis”, indicando que a personagem Alis Landale do primeiro Phantasy Star retornaria. Segundo poucas informações divulgadas, ele…

Phantasy Star III – O mais polêmico da saga!

Desenvolvido por uma equipe diferente dos dois originais, reza a lenda que inicialmente o título seria um RPG sem nenhuma conexão com a saga Phantasy Star. No entanto, querendo aproveitar a popularidade da série, a SEGA decidiu convertê-lo no terceiro título ao longo do desenvolvimento. Foi lançado em 1990 para o Mega Drive no Japão, e no ano seguinte nos EUA. Isso explica a pouca conexão com os outros jogos da série (realmente dá a sensação de que elas foram incluídas de última hora), o sistema de batalha diferente do implementado no segundo e quarto episódio,  e o estilo medieval com reis e príncipes,  e não futurista. Apesar de ser considerado por muitos fãs como a ovelha-negra da série, também é notório que ele possui uma trama bem elaborada, além de inovar ao incluir um sistema de gerações, sendo que terminamos o jogo com o neto do herói do início. Além disso,…

Os 22 anos de Sonic 3 & Knuckles! O melhor jogo do mascote na era clássica?

Apesar da maioria dos jogadores casuais brasileiros terem um apelo maior pelo Sonic 2, já que este mexe com as memórias da maioria de nós, o Sonic 3 & Knuckles é considerado pela maioria dos fãs do mascote como o melhor jogo da era clássica. Isso porque, assim como o Sonic 2 pega todos os pontos do Sonic 1 e o faz melhor, o S3K faz exatamente o mesmo com o Sonic 2.  Há mais fases, sendo estas maiores e com mais rotas alternativas; três personagens jogáveis, cada um com suas habilidades, o que multiplica por três o fator replay; uma aventura exclusiva para o novo personagem, Knuckles; mini-chefes; modo multiplayer com fases exclusivas; fora a excelência nos gráficos, nas músicas, e até mesmo uma história elaborada para os padrões dos jogos de plataforma 2D. Bastidores… Após o grande sucesso de Sonic 2, que tornou-se o jogo comercialmente mais bem…

Phantasy Star I – Clássico RPG do Master System em português pela Tectoy!

Grande sucesso no mundo dos JRPGs, o Phantasy Star foi lançado para Master System em dezembro de 1987 no Japão, em 1988 para a Europa e Estados Unidos, e em 1991 no Brasil com textos traduzidos pela Tectoy. A ideia de desenvolvê-lo veio de uma pesquisa realizada em 1986 pela revista oficial da SEGA no Japão, a “SPEC” (Sega Players Enjoy Club). Eles concluíram que os RPGs eram os títulos mais aguardados pelo público japonês no Nintendo 8bits, e querendo aproveitar a popularidade do gênero, a SEGA começou a trabalhar em um para seu videogame da época: o Master System. O objetivo era utilizar a fórmula que deu fama ao gênero, mas inovando em diversos pontos para singularizá-lo ao máximo: o estilo é futurista, e não medieval; a protagonista é  mulher; as dungeons são tridimensionais, dando um efeito impressionante para a capacidade do console; as animações e as cores eram as mais caprichadas o…