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ESWAT: City Under Siege

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5 jogos de Mega Drive que adoraríamos ver um remake

Ah, os bons tempos na infância jogando Mega Drive na frente de uma bela televisão de tubo. Quem não sente saudade dessa época, hein? A quantidade de jogos com qualidade era bem vasta e muitos de nós tínhamos tempo de sobra para jogá-los. Alguns destes gloriosos títulos até mesmo receberam novas versões em consoles que chegaram muitos anos depois, como por exemplo Castle of Illusion, que ganhou um remake feito pelas mãos da própria Sega, que também desenvolveu o jogo original. Há diversos outros jogos memoráveis do Mega Drive os quais bem que poderiam ganhar o mesmo tratamento. A lista abaixo contém cinco deles: 1 – Quackshot Estrelando um Pato Donald com pinta de Indiana Jones, este é um dos títulos envolvendo personagens da Disney mais lembrados do Mega Drive, no qual o famoso pato juntamente com seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luizinho viajam o mundo em busca de tesouros…

ESWAT – Patrulhe as ruas de Liberty como um poderoso policial cibernético!

Aproveitando o grande sucesso que o primeiro filme do Robocop, lançado em 1987, fazia na época, a Sega resolveu lançar a sua própria versão de um “policial-robô” e assim nascia nos arcades em 1989 “Cyber Police ESWAT”. Em 1990 a empresa lançou uma versão do game para o Mega Drive, e para tal o reformulou totalmente, mudando cenários, designs artísticos e trilha sonora. O resultado final é um jogo totalmente diferente – melhor e mais interessante do que o original, adotando um design mais sombrio e futurístico do que o colorido e contemporâneo do arcade. Enquanto no Japão ele manteve o mesmo nome, no ocidente sofreu uma pequena mudança para “ESWAT: City Under Siege”. ESWAT no arcade O jogador controla um policial de elite da tropa ESWAT (acrônimo em inglês para Enhanced Special Weapons and Tactics) na fictícia cidade de Liberty City, onde uma organização criminosa conhecida como E.Y.E está espalhando…

Ocidente vs Oriente: A Confusão de Capas e Nomes!

Hoje em dia, graças ao avanço tecnológico e à globalização, os mais variados produtos seguem uma padronização massificada nos diferentes mercados mundiais, o que claro inclui os jogos de videogames. Um mesmo jogo, por exemplo, pode ser lançado em diferentes países de forma simultânea, ou com poucos dias de diferença, alterando-se apenas a sua localização para o idioma desejado – em alguns casos, o próprio jogo já oferece várias opções de idiomas. Mas lá nos “jurássicos” anos 80/90 as coisas eram bem diferentes. Cada mercado tinha grandes diferenças e variações culturais entre si, sem as opções da “informação instantânea” que a internet nos proporciona hoje. Naquela época o Japão era o principal fornecedor de games, sendo que muitos desses títulos tinham várias referências à cultura oriental, que não era muito difundida no ocidente. Além de levar meses para chegar ao outro lado do mundo, vários jogos sofriam “adaptações” para o público…